{"id":13749,"date":"2020-02-05T00:00:00","date_gmt":"2020-02-05T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/evora2.int.skilltech.pt\/susProjects\/wp_evora2_suite\/festival-serial-volta-a-evora\/"},"modified":"2021-07-05T11:00:38","modified_gmt":"2021-07-05T10:00:38","slug":"festival-serial-volta-a-evora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cm-evora-qa.bymobinteg.com\/en\/festival-serial-volta-a-evora\/","title":{"rendered":"FESTIVAL SERIAL VOLTA A \u00c9VORA"},"content":{"rendered":"
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\u200bRealizado pelo segundo ano consecutivo, este \u00e9 um festival de m\u00fasica experimental e eletr\u00f3nica, em que s\u00e3o desmistificadas novas sensibilidades e est\u00e9ticas musicais. Os artistas participantes, tamb\u00e9m eles n\u00e3o convencionais, ousam e inovam em m\u00e9todos, instrumentos e <\/span>performance<\/em>s, incluindo o p\u00fablico no processo criativo.<\/span><\/p>\n Em 2020, o Serial<\/em> traz a \u00c9vora um conjunto de propostas sonoras desafiantes, com alguns dos mais relevantes nomes da atualidade nestes dom\u00ednios da m\u00fasica.<\/p>\n O cartaz da primeira noite do festival, 28 de fevereiro, sexta-feira, \u00e9 composto pelas atua\u00e7\u00f5es de V\u00edtor Joaquim, Audrey Chen e Ariadne. Destacado a n\u00edvel nacional e internacional, V\u00edtor Joaquim \u00e9 uma figura incontorn\u00e1vel na m\u00fasica eletr\u00f3nica desde os anos de 1980, sendo tamb\u00e9m produtor regular de trabalhos sonoros para dan\u00e7a, teatro, v\u00eddeo e instala\u00e7\u00e3o e autor de 12 \u00e1lbuns a solo<\/em>. Audrey Chen, conhecida pela sua abordagem visceral \u00e0 m\u00fasica improvisada atrav\u00e9s de voz, violoncelo e eletr\u00f3nica minimal, faz neste dia a sua estreia exclusiva em Portugal. Assim como o duo Ariadne, vindo diretamente de Nova Iorque, para um concerto que se antev\u00ea como uma performance<\/em> audiovisual intensa, misturando canto sacro, m\u00fasica eletr\u00f3nica e visuais digitais criados em tempo real.<\/p>\n A 29 de fevereiro, s\u00e1bado, o programa do Serial<\/em> inicia-se \u00e0s 18h00, com os concertos de entrada livre de Dong Zhou com Druuna Jaguar e Manuel Mota com Margarida Garcia. Violinista e compositora multim\u00e9dia Dong Zhou faz-se acompanhar do projeto de m\u00fasica drone<\/em>\/concreta\/noise<\/em> Druuna Jaguar, numa colabora\u00e7\u00e3o especialmente desenhada para o festival. Segue-se a dupla de guitarra e contrabaixo el\u00e9trico, Manuel Mota e Margarida Garcia, juntos h\u00e1 mais de 20 anos, unidos por uma amizade e por uma entrega art\u00edstica sem barreiras, que eleva a m\u00fasica improvisada ao plano da medita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n A partir das 21h30, de dia 29, atuam, na Igreja de S\u00e3o Vicente, Ang\u00e9lica Salvi, Lo\u00efse Bulot e Christina Vantzou. Esta \u00faltima \u00e9 cofundadora dos The Dead Texan<\/em> e um dos nomes cimeiros da m\u00fasica ambiental a n\u00edvel mundial, esperando-se da sua atua\u00e7\u00e3o uma experi\u00eancia imersiva muito pr\u00f3xima do transe<\/em>. Lo\u00efse Bulot \u00e9 uma compositora que, em 2019, esteve em resid\u00eancia no prestigiado instituo INA GRM (Groupe de Recherches Musicales), em Paris, e que apresentar\u00e1 em \u00c9vora algumas das suas novas composi\u00e7\u00f5es de m\u00fasica acusm\u00e1tica e eletroac\u00fastica. Da harpista espanhola Ang\u00e9lica Salvi pode dizer-se que \u00e9 uma artista com um trabalho dedicado \u00e0 improvisa\u00e7\u00e3o e \u00e0 m\u00fasica contempor\u00e2nea, explorando v\u00e1rias t\u00e9cnicas de prepara\u00e7\u00e3o e amplifica\u00e7\u00e3o do instrumento, sempre na busca de novos timbres e sonoridades.<\/p>\n